quarta-feira, 5 de outubro de 2016

GREVE DOS BANCARIOS: PODE TER ACORDO???

Fenaban apresenta nova proposta de reajuste de 8% mais abono de R$ 3.500 em 2016

A federação dos bancos (Fenaban) apresentou, na reunião desta quarta-feira, 5/10, em reunião em São Paulo, com o Comando Nacional dos Bancários,  proposta de reajuste para 2016 de 8% mais abono de R$ 3.500. No vale-alimentação o reajuste seria de 15% e de 10% no vale-refeição e no auxílio creche-babá. A licença-paternidade passaria para 20 dias. Sobre emprego, seria criado um centro de realocação e requalificação.
Para 2017, a proposta prevê reajuste de acordo com a inflação (INPC) mais 1% de aumento real para os salários e em todas as verbas. Sobre os dias parados, a Fenaban propõe a compensação de todos os dias, sem prazo limite.
Foi dado um intervalo e o Comando Nacional dos Bancários está reunido. O SindBancários acompanha a reunião e irá atualizar as informações.
Crédito foto: Caco Argemi
Fonte: Imprensa SindBancários

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CAMOCIM: MÔNICA AGUIAR É REELEITA PREFEITA

Foto tirada da internet
O resultado das urnas já saiu e por mais quatro anos teremos Mônica Aguiar como prefeita de Camocim. Se vai ser bom ou não? Só o tempo será responsável por responder essa indagação.
Agora temos que, nos próximos quatro anos, ter clara a seguinte premissa: a cobrança do que foi prometido pela prefeita reeleita. Ela prometeu, então vai ter que cumprir. Ela não vai ser cobrada apenas pela oposição, mas também será cobrada pelos seus eleitores, que acreditaram que votando nela terão melhores condições de vida em nosso município. Acredito que agora: teremos o término do asfaltamento da cidade; teremos a tão esperada e necessária reforma do Mercado Público; teremos a realização de Concurso Público e a convocação dos que foram aprovados no concurso anterior; teremos investimento real no turismo de Camocim; teremos a melhoria da educação de Camocim com a contratação de professores qualificados; teremos o término das filas nos postos de saúde com a implantação da marcação de consultas por telefone; teremos a disponibilidade, sem falta, de remédios na Farmácia Municipal e a compra de remédios nas farmácias particulares para suprir os remédios não fornecidos pelo SUS e assim atender os doentes que não podem comprar; teremos a construção de casas populares para a população de baixa renda de Camocim; teremos a implantação do Transporte Público em Camocim; e teremos a ampliação da Guarda Civil Municipal para realizar a proteção do patrimônio de Camocim.

Tenho certeza que a Prefeita Mônica Aguiar é uma mulher de palavra e honesta para com seus eleitores e para com a população de Camocim. Assim, vai ser muito fácil para a prefeita, cumprir tudo que foi prometido, pois ela terá o apoio do Deputado Sérgio Aguiar e do Governador Camilo Santana, que daqui menos de dois anos vão está em Camocim pedindo voto aos mesmos eleitores que neste domingo reconduziram Mônica Aguiar ao governo municipal pelos próximos quatro anos.

José Maurício Silva Lima
Eleitor

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A GREVE CONTINUA

Após rejeitar a proposta dos bancos na própria mesa de negociação, feita no dia 28/9, o Comando Nacional dos Bancários, por considerar insuficiente a proposta, com perdas para os trabalhadores, orienta os Sindicatos que realizem assembleias em suas bases, na próxima segunda-feira, dia 3 de outubro, para debater e organizar os rumos do movimento. Em Fortaleza, a assembleia dos bancários será às 16h30 em primeica convocação e às 17 horas em segunda convocação, na sede do Sindicato (Rua 24 de Maio, 1289, Centro).
O Comando Nacional dos Bancários reiterou que continua à disposição da Fenaban para ter uma proposta que permita resolver a Campanha Nacional sem perdas para os bancários e bancárias. A proposta feita pelos bancos e rejeitada na mesa, previa acordo de dois anos, 7% de reajuste nos salários e abono de R$ 3,5 mil, agora em 2016, e reposição da inflação, mais 0,5% de aumento real, em 2017,
“Os bancos perderam uma excelente oportunidade de resolver a greve mantendo a proposta que provoca perdas nos nossos salários. Fica cada vez mais evidente que é uma decisão tomada fora da nossa mesa de negociação e que dialoga com a intenção de promover uma redução dos salários para atender ao ajuste fiscal que está sendo imposto por este governo. Desde o início da nossa campanha, dissemos que o setor financeiro teve lucros fabulosos e que poderia atender, confortavelmente, às nossas reivindicações. Só um acordo estranho às nossas relações de trabalho poderia explicar esta tentativa de reduzir salários”, afirmou Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.
“Quando os bancos propuseram um acordo de dois anos, deixamos claro que não poderia trazer perdas e que ainda precisaria contemplar emprego, saúde, vales, creche, piso, igualdade de oportunidades, segurança. Nada disso veio hoje.  A resposta dos bancários tem sido a greve forte, que já entrou para a história com o maior número de agências com as atividades paralisadas e a tendência é de aumentar ainda mais, em virtude da crescente insatisfação dos bancários com os banqueiros”.
Altos lucros
Os lucros dos bancos permanecem nas alturas, enquanto muitos setores registram perdas. Os cinco maiores bancos brasileiros (Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) apresentaram, no primeiro semestre de 2016, o lucro líquido de R$ 29,7 bilhões.
A população também sente no bolso a ganância dos banqueiros. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (28) pelo Banco Central, revela que a taxa de juros do cheque especial bateu novo recorde de julho para agosto, e chegou a 321,1% ao ano.
Os juros do cartão de crédito não param de subir. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais, com a taxa em 475,2% ao ano. Neste ano, essa taxa já subiu 43,8 pontos percentuais.
Principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial: reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real.
PLR: 3 salários mais R$8.317,90.
Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).
Vale alimentação no valor de R$880,00 ao mês (valor do salário mínimo).
Vale refeição no valor de R$880,00 ao mês.
13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880,00 ao mês.
Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.
Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários.
Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.

Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).
Fonte da Informação:
Informativo Eletrônico do Sindicato dos Bancários do Ceará | Sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Informe Bancário | imprensa@bancariosce.org.br
Fone: (85) 3252.4266 • Fax: (85) 3253.3996
Rua 24 de Maio, 1289 - Centro • CEP 60.020-001 • Fortaleza/CE

terça-feira, 20 de setembro de 2016

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

BATIDO O MARTELO: CAMOCIM TEM TRÊS CANDIDATOS A PREFEITO


DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO

BANCOS: GREVE CONTINUA E MAIS FORTE

13/09/2016 

Fenaban não apresenta avanços e Comando Nacional orienta fortalecimento da greve em todo o país


A sétima rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) terminou sem avanços, nesta terça-feira (13), em São Paulo. Os bancos insistem com reajuste de 7% nos salários, abaixo da inflação, e abono de R$3,3 mil, sem compromisso com emprego da categoria. A proposta não cobre nem a inflação do período, já que o INPC de agosto fechou em 9,62% e representa uma perda de 2,39%. Apesar da cobrança do Comando Nacional, durante quatro horas de negociação, os bancos não foram capazes de mudar a proposta apresentada no último dia 09, e valorizar seus funcionários. Após intenso debate, uma nova reunião foi marcada para a próxima quinta-feira (15), às 16h, também em São Paulo, e diante da postura dos banqueiros, o movimento grevista será fortalecido em todas as bases sindicais.
A greve nacional dos bancários cresce em todo o país. Em seu oitavo dia, nesta terça-feira (13), 12.009 agências tiveram as atividades paralisadas. O número representa 51% de todas as agências do Brasil.
Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, lembra que a Fenaban não apresentou retorno das demais reivindicações, já que a minuta apresentada não se refere apenas ao índice de reajuste, no total são 128 artigos, que buscam garantias de emprego, saúde, melhores condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades. O compromisso com o emprego, está entre as principais demandas. O lucro dos cinco maiores bancos (Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa) no primeiro semestre de 2016 chegou a R$ 29,7 bilhões, mas houve corte de 7.897 postos de trabalho nos primeiros sete meses do ano.
“A reposição das perdas que tivemos de agosto do ano passado, até agora, não podem ser ignoradas e o ganho real diz respeito aos lucros que os banqueiros realizaram no período com o nosso trabalho. Insistimos que eles podem e devem valorizar os trabalhadores. Vamos reforçar a nossa mobilização em todo o país e esperamos que os bancos apresentem uma proposta que contemple nossa pauta na próxima reunião. A nossa greve cresce a cada dia, refletindo o descontentamento dos bancários”, afirmou Roberto von der Osten.
"Os bancos chamaram para uma negociação e não apresentaram nenhuma nova proposta para a categoria, um desrespeito com os trabalhadores e a população. Eles insistem em impor reajuste abaixo da inflação, com perda real. Cobramos também que parem com as demissões. Nossa greve vai crescer a cada dia porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do país", disse Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.
A data-base dos bancários é 1º de setembro e a pauta de reivindicações foi entregue aos bancos há mais de um mês, no dia 09 de agosto. A Campanha dos Bancários Nacional 2016 tem como eixos centrais: reposição da inflação do período (9,62%) mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança, melhores condições de trabalho. A proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora, assim como a defesa do emprego, também são prioridades para os bancários.
Principais reivindicações dos bancários
Reajuste salarial: reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real.
PLR: 3 salários mais R$8.317,90.
Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).
Vale alimentação no valor de R$880,00 ao mês (valor do salário mínimo).
Vale refeição no valor de R$880,00 ao mês.
13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880,00 ao mês.
Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.
Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários.
Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.
Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs). 
Fonte: Contraf_CUT
Última atualização: 13/09/2016 às 20:44:20
Fonte da Informação
http://www.bancariosce.org.br/noticias_detalhes.php?cod_noticia=20414&cod_secao=1