quarta-feira, 16 de agosto de 2017

AO COMPRAR GASOLINA, PEÇA A NOTA FISCAL


Vamos começar uma campanha de conscientização na hora de comprar combustível. No momento da compra do seu combustível, não importa o valor, peça a Nota Fiscal ou o Cupom Fiscal.
Pois, esse vai ser o único modo dos donos de postos baixarem o lucro em cima das venda dos combustíveis. O valor cobrado de imposto nas venda dos combustíveis é alto, e os donos de postos ganham muito dinheiro nesse seu comportamento de não pedir Nota Fiscal, pois eles sonegam o imposto, ao forçarmos a impressão da Nota Fiscal, faremos com que os donos de postos de gasolina venha a diminuir os preços, que na verdade, é possível vender mais barato sim. Pois se você ainda não percebeu, numa mesma rede de postos de gasolina, temos muitas vezes preços diferentes de um posto para outro.
ABRACE ESSA IDEIA.
PEÇA A NOTA FISCAL NA COMPRA DE COMBUSTÍVEL


terça-feira, 1 de agosto de 2017

PODE TER MUDANÇAS NAS ELEIÇÕES EM 2018

Congresso enfrenta reforma política após o recesso parlamentar

25/07/2017 - 14h25
Senadores e deputados voltam do recesso parlamentar no dia 1º de agosto com um tema polêmico e urgente na pauta: a reforma política. Os parlamentares negociam mudanças no financiamento das eleições, no funcionamento dos partidos e até na forma de escolher vereadores e deputados. Mas, para entrar em vigor na campanha de 2018, as alterações precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado até setembro deste ano.
Câmara - geral - congresso nacional - palácio
Para entrar em vigor nas próximas eleições, mudanças têm de ser aprovadas na Câmara e no Senado até setembro deste ano
O deputado Vicente Candido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara, propõe a criação de um fundo de R$ 3,5 bilhões para bancar as eleições de 2018. Nos anos seguintes, o Fundo Especial de Financiamento da Democracia (FFD) seria de R$ 2 bilhões. O relatório deve ser votado em agosto em uma comissão especial e também no Plenário da Câmara.

Divergências
A criação do FFD divide a opinião dos senadores, que também vão precisar votar o texto da Câmara. De um lado, parlamentares lembram que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o financiamento de campanha por empresas e que as contribuições de pessoas físicas não são suficientes para cobrir todos os gastos.

Para o senador José Medeiros (PSD-MT), sem a reforma “é quase impossível ter eleição”. “O pessoal está desesperado porque hoje não tem financiamento de campanha. Dinheiro não dá em árvore. Se não é privado, vai ter que ser público”, disse Medeiros.

O relatório de Vicente Candido mantém a doação por pessoas físicas até o limite de 10% do rendimento declarado no Imposto de Renda. Os candidatos a cargos proporcionais (vereadores e deputados) poderiam financiar, com dinheiro do próprio bolso, até 5% da campanha de 2018. Mas isso seria proibido para os cargos majoritários (prefeito, governador, presidente e senador).

O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defende a proposta de Vicente Cândido. Para ele, a decisão do STF deixou o financiamento “no limbo”. “Não se permite mais o financiamento privado de empresas, mas em compensação o fundo partidário não sustenta”, afirmou Ribeiro.

De outro lado, parlamentares alertam que a criação do FFD pode enfrentar desgaste social e econômico. O líder do PMBD, senador Raimundo Lira (PB), avalia que a aprovação da matéria “vai depender da opinião pública e da situação financeira do País”.

“As eleições precisam ser financiadas diretamente pelo próprio eleitor, não via Tesouro Nacional. Via Tesouro é um financiamento compulsório. Na medida em que o eleitor vá se acostumando a doar aos seus candidatos, acho que seria o melhor sistema”, avalia Lira.

Sistema misto

Além do financiamento das campanhas, três pontos estão na mira da reforma política negociada entre Câmara e Senado: novas regras para a escolha de vereadores e deputados; fim das coligações nas eleições proporcionais; e cláusula de barreira para o funcionamento dos partidos.
Lúcio Bernardo Jr / Câmara dos Deputados
C. E. Reforma Política - Reunião Ordinária para ajustes do plano de trabalho do relator e deliberação de requerimentos - Dep. Vicente Candido (PT - SP)
Vicente Candido propõe a criação de um fundo de R$ 3,5 bilhões para bancar as eleições de 2018
O deputado Vicente Candido também relata uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 77/03) que muda o jeito de escolher vereadores e deputados estaduais, distritais e federais. Hoje, eles são eleitos pelo sistema proporcional, em que todos os votos vão para os partidos e as coligações – e não para o candidato.

O relator defende um modelo misto: metade dos parlamentares continuaria sendo eleita de forma proporcional, enquanto a outra metade chegaria à Câmara pelo voto majoritário em distritos eleitorais. “Elege-se deputado no distrito aquele candidato que obtiver o maior número de votos. Sem transferência de votos. Fortalece-se a relação entre representantes e representados”, explica Vicente Candido.

De acordo com o relator, o sistema eleitoral misto valeria apenas a partir de 2020. Vicente Candido sugere que, em 2018, os deputados federais, estaduais e distritais ainda sejam eleitos pelo modelo proporcional. Mas isso ainda não é consenso entre os parlamentares.

Coligações
Os outros dois temas da reforma política também dependem de análise dos deputados. A PEC 282/16 foi aprovada no ano passado pelo Senado e aguarda parecer de uma comissão especial da Câmara, antes de seguir para o Plenário. A relatora é a deputada Shéridan (PSDB-RR).

O texto proíbe as coligações nas eleições proporcionais a partir de 2020 e impõe regras para que os partidos tenham acesso ao dinheiro do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV. Pela proposta, só recebe o benefício a legenda que, em 2018, garantir 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara em pelo menos 14 estados, com 2% de votos válidos em cada um deles. A partir de 2020, o corte sobe para 3% dos votos em 14 estados.

Senadores defendem a cláusula de barreira. Mesmo aqueles de partidos que podem sofrer com as novas regras, como é o caso da Rede. “Um sistema político com 33 partidos, convenhamos, é inviável”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

A senadora Regina Souza (PT-PI) defende uma regra de transição, para que a cláusula de barreira não prejudique legendas históricas, como o PCdoB. “Temos muito partidos com consistência ideológica que podem ficar prejudicados, e isso é muito ruim. Mas tem também muita sigla de aluguel”, avalia.
Da Redação – ND 
Com informações da Agência Senado


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BANCÁRIOS NA LUTA CONTRA A REFORMA

Terça-feira, 01 de agosto de 2017

Conferência Nacional dos Bancários define plano de lutas contra retirada de direitos


Reunidos na 19ª Conferência Nacional, 696 bancários representando trabalhadores de todo o Brasil, definiram ações e estratégias para a Campanha Nacional da categoria em 2018. São planos de lutas em defesa dos empregos, dos bancos públicos e para se opor à retirada de direitos imposta pelas reformas trabalhista e da Previdência. Ações também em defesa da democracia e do movimento sindical. A Conferência aconteceu entre 28 e 30 de julho, em São Paulo.
Um documento será entregue à Federação dos bancos (Fenaban), no próximo dia 8 de agosto, sobre cada ponto defendido pela categoria bancária, e a oposição dos bancários à reforma trabalhista. A categoria não aceitará qualquer alteração nos contratos de trabalho e exige respeito a todas as cláusulas da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
As estratégias e ações definidas na Conferência vão fortalecer a categoria no combate às mudanças na legislação que prejudicam os trabalhadores. São ações para não deixar que a terceirização desmantele a categoria, para evitar trabalho em jornadas exaustivas e, finalmente, defender que quem trabalha em banco, é bancário.
As mesas temáticas sobre Saúde do Trabalhador, Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos, trouxeram reflexões para a formação de dirigentes e de bancários de base que estiveram presentes. Trouxeram indicadores de como pode ser feito o enfrentamento aos ataques aos direitos e como enfrentar as consequências do avanço da tecnologia. Exemplo disso, é o avanço tecnológico tem que ter uma regulação para não colocar a sociedade em risco.
Principais pontos do documento que será entregue a Fenaban:
Não à terceirização;
Não ao contrato temporário;
Não à contratação de autônomos;
Não ao contrato intermitente de trabalho;
Não ao teletrabalho sem negociação com os sindicatos;
Não ao termo de quitação das obrigações trabalhistas;
Não à jornada 12 x 36 horas;
Não ao parcelamento da PLR em mais de duas vezes;
Manutenção das homologações feitas pelos sindicatos para fiscalizar o devido pagamento dos direitos dos demitidos;
Não à rescisão do contrato de trabalho em comum acordo, na qual os trabalhadores só perdem;
Não ao limite à liberdade de expressão dos sindicatos e dos trabalhadores;
Contra prêmios e bônus que não integrem os salários;
Garantia dos centros de realocação e requalificação;
Respeito à jornada de trabalho dos bancários como forma de preservação da saúde;
CCT válida para todos os trabalhadores dos bancos;
Que todos os trabalhadores da atividade-fim dos bancos sejam representados pelos sindicatos de bancários;
Assinatura de termos de responsabilidade por parte do empregado não eximirá o empregados da responsabilidade com a saúde dos trabalhadores;
Livre acesso dos dirigentes sindicais às agências digitais;
Garantia da ultratividade (validade) da CCT até a celebração de novo acordo;
Garantia de que as gratificações de função sejam incorporadas apos 10 anos de recebimento.
Última atualização: 01/08/2017 às 12:47:51