terça-feira, 30 de agosto de 2011


PROFESSORES DA REDE ESTADUAL EM CAMOCIM VOLTAM AS AULAS

Após três semanas em greve, os professores da Rede Estadual em Camocim, resolvem por suspender a greve. A decretação de ilegalidade da greve na sexta-feira dia 26, foi o principal motivo para a decisão.
Nesta terça-feira os professores que estavam em greve da rede estadual voltaram às escolas e reiniciaram os trabalhos docentes. Mesmo após a Assembléia Geral da categoria, realizada na segunda(29) no Ginásio Aécio de Borba, com representação de aproximadamente 60 municípios de todas as Regiões do Estado, mais de três mil professores aprovaram pela continuidade da Greve.
A categoria avaliou que é necessário que o Governo assine um Termo de Ajustamento de Conduta-TAC com os compromissos assumidos na última audiência.
A Assembléia também aprovou a seguinte agenda de mobilização, sem prejuízo das atividades Zonais, Municipais ou Regionais:
Dia 30 de agosto - terça-feira - 15 horas – Apresentação Estudo sobre aplicabilidade dos recursos da Educação pelo Estado do Ceará, pelo técnico contratado pelo Sindicato-APEOC, André Pinheiro.
Dia 01 de setembro - Quinta-feira - Manifestação na Assembléia Legislativa, Concentração 08 horas na Praça da Imprensa.
Dia 02 de setembro - sexta-feira - Assembleia Geral, às 15 horas, no Ginásio Aécio de Borba.
Fonte da Informação APEOC
Vai aqui uma pergunta:
Quando é que os professores serão valorizados?
NUNCA! Para ser valorizado, primeiro é preciso se valorizar. E o que vemos em relação aos professores é uma falta de valorização própria. Os professores não se respeitam como formadores da sociedade e acabam por formarem uma sociedade subserviente ao sistema existente. Os professores, que deveriam ser formadores de opinião junto aos alunos e a sociedade, não são formadores nem junto a eles mesmos, fazem parte de uma classe desunida, que a qualquer pressão, já desistem das suas reivindicações.
Parabéns! Para aqueles que optaram por continuar na greve, não é possível confiar no governador, ele não é de cumprir as promessas assumidas, nem quando tão assinadas, imaginem sem assinar.
Maurício Lima

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